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Todos somos Cemig
Minas Gerais se une em defesa da Cemig, a maior empresa do estado e patrimônio de todos os mineiros.
Um movimento que cria uma convergência inédita, de parlamentares de todos os partidos, contra o leilão de quatro usinas da empresa.
Se as usinas de São Simão, Miranda, Volta Grande e Jaguara forem leiloadas, a Cemig perde metade de sua capacidade de geração.
Na luta contra a privatização, empregados da Cemig promovem um grande abraço simbólico em volta do edifício da empresa, no bairro Santo Agostinho.
Um ato que reúne e mobiliza mais de duas mil pessoas, entre trabalhadores da empresa, parlamentares, sindicatos, artistas e movimentos sociais.
Na usina de Miranda, em Indianápolis, o governador Pimentel lidera uma mobilização que, mais uma vez, reúne parlamentares de vários partidos em torno da causa mineira.
O objetivo de todos é um só: defender uma empresa que está presente em 774 municípios de Minas, atendendo 20 milhões de pessoas.
Uma empresa que gera milhares de empregos e mantém importantes programas sociais, culturais e ambientais. Por isso, é tão importante para Minas Gerais.
Em Brasília, o ex-governador e senador Aécio Neves defende junto à bancada mineira a união em favor da maior empresa geradora de energia do país.
Esta é uma causa que mexe com todos os políticos de Minas, já que a Cemig é um símbolo do desenvolvimento do Estado.
E há também a preocupação com o aumento nas contas de luz, afinal quem comprar as usinas vai querer retorno do investimento.
Entre outras iniciativas, é criada uma Frente Mineira em Defesa da Cemig, na Assembleia Legislativa.
Uma frente que reúne parlamentares, sindicalistas, Ministério Público, entre vários setores da sociedade mineira para defender a Cemig.
Para preservar a empresa criada por Juscelino Kubitschek, compondo o binômio Energia e Transporte, que sustentou o desenvolvimento de Minas nos últimos 65 anos.
Em 1952, pelas mãos de JK, nasce a Cemig, que se tornou a maior empresa integrada de energia elétrica da País.
Não é a primeira vez que ela enfrenta situação parecida: Itamar Franco, quando governou Minas, abriu uma guerra contra Brasília para impedir a privatização da Cemig nos anos 90.
A ironia é que a história está se repetindo. Nossa maior empresa pode perder grande parte de seu patrimônio para os cofres federais, com total prejuízo para o Estado, que é seu maior acionista.
Uma empresa que é a maior investidora em pesquisa e desenvolvimento e única empresa do setor elétrico na América Latina a fazer parte do Índice Dow Jones de Sustentabilidade.
O grande ativo de uma usina é a água que move suas turbinas. E as águas são de Minas Gerais, a caixa d’água do Brasil.
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